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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Recebida nova denúncia contra Tiago Henrique

O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, recebeu nesta segunda-feira (31) a 33ª denúncia contra o vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha. O processo apura os assassinatos de Mateus Henrique de Morais e de Karina dos Santos Frias, ocorridos por volta das 20h15 do dia 27 de julho de 2014, em um pit dog na esquina da Avenida Anhanguera com a Rua 208, no Setor Universitário.
Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), os dois jovens voltavam de um retiro religioso e decidiram ir até a lanchonete. Tiago Henrique, então, de acordo com o MPGO, parou sua moto, desceu e atirou nos dois pelas costas. Em seguida, subiu na moto e fugiu. O vigilante, depois de preso, confessou o crime e o exame de confronto microbalístico nos projéteis retirados dos corpos das duas vítimas deu positivo com o revólver apreendido com ele, em outubro do ano passado.
Os autos tramitaram no Juizado da Infância e da Juventude, tendo a investigação apontado, inicialmente, a autoria dos crimes para um adolescente. Após a constatação da autoria ter recaído sobre Tiago Henrique, Jesseir de Alcântara recebeu ofício da delegada Lúcia Aparecida de Oliveira, da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), comunicando sobre a reabertura das investigações. A juíza da Infância e da Juventude de Goiânia, Maria do Socorro Sousa Afonso da Silva, foi informada sobre o fato e determinou encaminhamento de ofício à DIH solicitando informações.

O magistrado, então, abriu vista da documentação aos promotores que atuam nas Varas dos Crimes Dolosos contra a Vida da comarca de Goiânia, para manifestação. Posteriormente, o MPGO pugnou pela abertura de um novo inquérito policial, sendo juntados novos documentos aos autos. Ao receber a denúncia, Jesseir de Alcântara determinou a citação do vigilante para responder a acusação em dez dias. 

(Texto: João Carlos de Faria/Foto: Aline Caetano – Centro de Comunicação Social)

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Foi preso em Goiás um homem acusado pela morte de 5 esposas

Jesus Pereira das Graças de 54 anos, já foi condenado a 24 anos de prisão, dos quais cumpriu apenas 5 anos em regime fechado, na época ela respondia pela morte de duas esposas, uma em 1989 e a outra em 1997. 
Após sua soltura, Jesus se relacionou com outras 3 mulheres que tiveram o assassinato como seu fim. Das três ultimas esposas de Jesus, duas foram mortas por pistoleiros, que teriam recebido 5 mil reais.  O ultimo crime aconteceu no início deste mês e Jesus das Graças confessou ter sido ele o assassino, que ainda tirou fotos do corpo da vitimada.
O senhor de 54 anos foi preso em uma fazenda na sua cidade natal, Itapuranga, e com ele foram encontrados cadernos com anotações relacionadas as esposas, incluindo informações como data de nascimento e do homicídio.
Na segunda-feira, nossa equipe comparecerá na Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH) onde teremos mais detalhes deste caso, por meio da prestatividade da delegada Karla Fernandes, a qual agradecemos desde já.



terça-feira, 25 de agosto de 2015

Esquartejador afirma ter sido ameaçado por vítima em Porto Alegre

O recepcionista de hotel Vandré Centeno do Carmo, 25 anos, assassino confesso de Cíntia Beatriz Lacerda Glufke, 34 anos, apresentou à Polícia Civil gravações de conversas via WhatsApp, na qual ele seria ameaçado por ela.
A ofensa a Vandré é um dos motivos alegados por ele para esquartejar Cíntia em 7 de agosto, em Porto Alegre. A mulher foi agredida na cabeça, possivelmente com uma machadinha, e depois teve braços e pernas serrados.
O tronco foi enterrado no pátio da casa de Vandré, e os membros escondidos em uma, mala jogado em um lixão, em São Joaquim (SC). Vandré viajou para casa de parentes de uma amiga, uma idosa, que ele conheceu em um templo evangélico. A mulher não saberia do crime.
Nos áudios, cerca de 10, só se escuta a voz de Cíntia. Em tom furioso, ela disse que faria um escândalo no hotel onde ele trabalhava e que Vandré "nunca entraria na aviação" — sonho profissional do jovem que fez dois cursos para comissário de voo, sendo que em um deles conheceu Cíntia.
Em uma das conversas, revoltada, Cíntia, que fora colega de trabalho de Vandré, deixa a entender que os dois tiveram um caso e estaria pressionando ele a reatar a relação.
Cíntia, mineira de Uberaba, era casada havia 12 anos com o programador de informática Thomas Glufke, 34 anos. O casal se conheceu por meio de uma rede social da Igreja Mórmon. Nos últimos meses, os dois estariam vivendo uma crise conjugal. No dia do crime, Thomas estava em viagem a trabalho aos Estados Unidos.
Vandré prestou depoimentos à 5ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (5ª DHPP) com uma série de contradições. Primeiro alegou que matou Cíntia por causa das ameaças. Depois disse que agiu com o microempresário de Novo Hamburgo Werner Glufke, 65 anos, sogro de Cíntia.
Segundo Vandré, Werner estaria revoltado com as traições supostamente sofridas pelo filho Thomas. Essa revelação levou a Justiça a decretar a prisão preventiva de Vandré e Werner na semana passada. Em uma terceira versão, Vandré apontou um amigo, morador de Caxias do Sul, como participante do crime, mas que agiram a mando de Werner.
— A prisão do senhor Werner é grande erro. Ele é um líder religioso mórmon. Não tem qualquer envolvimento na morte da Cíntia. Ele (Werner) nunca viu o Vandré, nunca se falaram. Isso é fruto de uma mente ardilosa, assassina, com alguma finalidade que precisa ser esclarecida — garantiu o advogado Jamil Abdo, defensor de Werner.
O advogado disse que, no dia do crime, Werner teve intensa atividade, em hospital, lar de idosos, almoçou em restaurante, o que seriam provas de que não saiu de Novo Hamburgo. Jamil reconheceu que Thomas e Cíntia passavam por um estremecimento conjugal.
Conforme o advogado, na véspera da morte, o sogro convidou a nora para um almoço familiar, no qual conversaram amigavelmente, tentando resolver os problemas, inclusive tirando fotos do encontro e as enviando para Thomas, que estava nos Estados Unidos.
— Existem muitas perguntas sem respostas. Temos certeza do que Vandré não agiu sozinho — assegura o delegado Paulo Rogério Grillo, diretor da DHPP.
As imagens na rodoviária da Capital foram registradas na sexta-feira, 7 de agosto, por volta das 19h30min. Ele teria desembarcado em São Joaquim ainda na noite da sexta e, na madrugada de sábado, abandonou a mala em um terreno da cidade. Dois dias depois, o objeto foi encontrado por um catador de latas, que informou a polícia.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Adiado interrogatório com Tiago e suposta mandante em crime de pistolagem

Nesta tarde ocorreu a segunda audiência relacionada a morte do empresário Denilson Ferreira de Freitas, o crime se passou na Rua 23, no Setor Central, por volta das  23h30 do dia 28 de fevereiro de 2014. O inquérito apresenta um fato inédito em relação ao Caso Tiago Henrique, uma mandante, diferente das outras motivações as quais estamos acostumados a acompanhar, esse caso tem relação com o crime de pistolagem.
A audiência foi presidida pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, teve Maurício Gonçalves de Camargo na promotoria de justiça, Brunna Moreno na defesa de Tiago Henrique Gomes da Rocha e Flávio Cardoso e Pedro Henrique Silva Souza na defesa Waldirene Oliveira Manduca, suposta mandante e ex-esposa da vítima.
Devido o fato de Tiago Henrique estar preso e Waldirene Manduca em liberdade, o juiz Jesseir determinou o desmembramento do processo. Hoje foram ouvidas 4 testemunhas de acusação arroladas ao processo: a Delegada Silvana Nunes Ferreira e as funcionárias de Denilson e Waldirene: Soneide Moreira dos Santos, Geugiana Silva Fernandes e Fabrícia Neres dos Santos.

Interrogatório com a Delegada Silvana

A Dra. Silvana iniciou sua fala esclarecendo que no dia que o crime aconteceu ela ainda não estava lotada na DIH (Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios), porém ela assumiu a DIH dias depois e foi quem deu continuidade no inquérito. Denilson foi morto com um tiro na cabeça, porém o projétil que o transfixou não foi localizado pela equipe que periciou a cena do crime. A Dra. Silvana apontou que devido a condição do crime, o horário que a equipe chegou e também a aglomeração de "curiosos", foi impossível preservar a cena do crime com perfeição e por isso essa parte do trabalho da perícia ficou prejudicada, entretanto, a presença de Tiago no local foi comprovada por meio do colhimento da digital em uma lata de cerveja encontrada na Lanchonete Tocantins. Lanchonete dada pelo empresário à Waldirene na divisão de bens do casal.


Interrogatório com as funcionárias

As três funcionárias  ouvidas (Soneide, Geugiana e Fabrícia) foram coerentes ao descrever o momento antes e após Denilson ser baleado. De acordo com elas, Denilson era procurado a um certo tempo por um rapaz de perfil físico muito parecido ao do Tiago. No dia do crime, este rapaz apareceu no restaurante Cabanas 23 e como de costume perguntou por Denilson, o mesmo não estava no local e com essa informação o suposto autor do crime se retirou do estabelecimento, porém ele não foi para casa, ele foi para a lanchonete de Waldirene. Claudio Martins, funcionário do restaurante, se dirigiu a lanchonete Tocantins (os funcionários prestavam serviço tanto ao restaurante quanto a lanchonete, devido a proximidade entre as empresas) e ao chegar na lanchonete Waldirene perguntou por Denilson, foi aí que Cláudio respondeu que por causa de sua ausência do restaurante, Denilson havia assumido o caixa, no mesmo minuto que disse isso, o rapaz que estava sentado soltou a latinha de cerveja e o copo em que a bebia, subiu na moto, foi ao restaurante Cabanas 23 e no caixa deu voz de assalto. A princípio pensaram se tratar de uma brincadeira, mas mal tiveram tempo de digerir a situação e Denilson já estava caído no chão com sangramento na ferida e na boca.
Ao ser informada Waldirene foi ao local e se desmanchou em prantos, a ex-esposa também compareceu no velório bastante abatida, conforme depoimento. O que intriga os investigadores do caso é que as imagens da câmera de segurança que registraram o crime simplesmente desapareceram. Os técnicos da empresa de segurança excluíram qualquer possibilidade de falha no equipamento, o que resta é compreender qual o interesse que alguém teria em apagar este registro que seria uma prova essencial para o esclarecimento do fato. 
Em meio ao sofrimento pela perda de seu amado, Waldirene ainda pegou os documentos e pertences de Denilson, que só devolveu devolveu a família meses depois.

Entenda o crime

O casamento de vários anos acabou após o empresário descobrir a traição de sua esposa, foram momentos turbulentos que sucederam o divórcio, Denilson teve um breve relacionamento com uma jovem de 17 anos, em que chegou à colocar em sua casa, de acordo com uma funcionária do casal, a jovem trabalhou no restaurante por quase 2 meses e apesar de se chamar Caroline, todos a conheciam por Taís. Até o momento ela não foi localizada e por isso não está arrolada ao processo, sabe-se apenas que após o término de seu namoro com a vítima ela retornou para estado da Bahia.
Brigas devido a separação de bens eram constantes, o grande lucro do restaurante em relação a lanchonete pode ter sido uma das razões que dêem sentido ao caso.

Ao que parece, o relação entre Tiago e Waldirene era algo já existente bem antes dessa tragédia. No depoimento inicial de Tiago ele diz que sempre passava na lanchonete de Waldirene  e por isso acabou criando um coleguismo com ela, de tanto ouvir reclamações de a ex-esposa sobre a vítima, em um momento ela disse que queria que ele morresse, Tiago então levantou a possibilidade disso ocorrer e se prontificou a fazer isso acontecer, a suposta mandante do crime concordou e foi aí que Tiago passou a frequentar o restaurante e acompanhar de perto a rotina da vítima. 
Averiguando as contas bancárias do empresário, foi constatado que um dia após sua morte houve um saque no valor de mil reais, valor esse que a suposta mandante teria retirado para pagar Tiago, vale ressaltar que a defesa já informou que Tiago nunca recebeu nenhuma quantia por isso. Ou seja, além de solicitar a morte de do marido, ainda não pagou pelo "serviço contratado", (lembrando que até o momento essa é apenas uma versão). Após isso Tiago ainda teve contato com a ex-esposa da vítima e entre as conversas estava o andamento das investigações que apuravam a morte do empresário.
Agora, falta apenas que o juiz da Comarca de Ceres - GO interrogue a testemunha Cláudio Márcio Martins, que pode ser uma das peças-chave para o esclarecimento e conclusão de tudo, e anexem mais este documento ao processo e haja a juntada de diligências solicitadas pela defesa da suposta mandante do crime, para que Tiago Henrique e Waldirene Manduca possam ser ouvidos na Comarca de Goiânia e assim abra vista que encaminhe ao fechamento do processo.


O que houve na primeira audiência desse caso?


No vídeo abaixo confira o momento em que Tiago compareceu na sala de audiências para que fosse informado sobre os seguimento desse caso. Reforçando que Tiago Henrique não foi ouvido pelo juiz.

Coletiva de imprensa com o Juiz Jesseir Coelho de Alcântara



Tiago Henrique participa da primeira audiência fora de Goiânia

Foi realizada, na manhã desta segunda-feira (24), audiência de instrução e julgamento do vigilante Tiago Henrique Gomes, apontado como suposto serial killer. Presidia pelo juiz Leonardo Fleury Curado Dias, da 4ª Vara Criminal de Aparecida de Goiânia, a audiência foi relacionada ao processo que apura o assassinato de Tais Pereira de Almeida.
A audiência durou cerca de 15 minutos e Tiago optou por não falar em juízo. Ele usou o direito constitucional de permanecer calado, não respondendo a nenhuma pergunta. “Agora, o processo será submetido a análise e, se houver indícios suficientes de autoria e materialidade, ele vai ser pronunciado e levado a júri popular”, frisou o juiz, que informou ainda que a sentença de pronuncia deverá sair nos próximos dias. 
Segundo o promotor Milton Marcolino, foi realizado um exame de confronto microbalístico com o projetil encontrado no corpo da vítima com aqueles da arma apreendida com o vigilante. “Não há dúvida que quem cometeu esse homícidio foi Tiago, uma vez que foi atestado pela perícia que o projeto que matou Taís saiu da arma dele”, salientou.
O crime

De acordo com a denúncia do MPGO, Tiago Henrique, fazendo uso de arma de fogo, matou Tais Almeida, que era garota de programa e estava parada no local do crime. O vigilante teria parado sua motocicleta, descido e caminhado na direção da vítima. Em seguida, sacou a arma e, sem nada dizer, atirou na cabeça de Tais Almeida. 
Texto: Arianne Lopes / Fotos: Aline Caetano


domingo, 23 de agosto de 2015

Juiz recebe mais dois inquéritos de Tiago Henrique

O juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, recebeu da Polícia Civil mais dois inquéritos que apuram o envolvimento do vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha (foto) em três homicídios. Um dos inquéritos trata dos assassinatos de Karine dos Santos Faria e Mateus Henrique Rodrigues de Morais, cujo processo tramitava no Juizado da Infância e Juventude de Goiânia e já havia apontado a autoria para um adolescente. No entanto, exame de microconfronto balístico comprovou que os projéteis do revólver utilizado para consumar as duas mortes saíram da arma apreendida com o suspeito de ser serial killer.
O magistrado, ao receber o procedimento anteriormente, determinou a abertura de vista da documentação aos representantes do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), que pugnaram pela abertura de um novo inquérito policial pela Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH). Foram juntados novos documentos aos autos, que retornaram à 1ª Vara Criminal de Goiânia. Jesseir de Alcântara mandou distribuir o inquérito e vai abrir nova vista ao MPGO. Karine Faria e Mateus Morais foram assassinados por volta das 20 horas do dia 27 de julho de 2014, em uma lanchonete na Avenida Anhanguera com a Rua 208, no Setor Leste Universitário.
O outro inquérito entregue na 1ª Vara Criminal de Goiânia é relacionado ao desaparecimento de Diego Martins Mendes, de 15 anos. O adolescente sumiu no dia 9 de novembro de 2011. Ele foi visto vivo pela última vez no Terminal da Praça da Bíblia, depois de ter se matriculado no Colégio Militar Hugo de Carvalho Ramos. O processo estava em tramitação na 7ª Vara Criminal de Goiânia.
Logo depois de ser preso pela força-tarefa criada pela Polícia Civil, Tiago Henrique confessou que havia matado o rapaz. Segundo ele, no dia do crime, se aproximou do adolescente e perguntou as horas e os dois começaram a conversar, quando combinaram de ir até um matagal no Setor Negrão de Lima para manterem relações sexuais. 
O vigilante confessou à Polícia Civil que matou o adolescente enforcado e abandonou o corpo no local, sem enterrá-lo, porque o matagal era denso. Na confissão, ele se prontificou a ir até o terreno onde ocorreu o crime. O assassinato foi contado com detalhes e o vigilante fez a descrição física do jovem, até mesmo as roupas que vestia. Como o processo tramitou inicialmente na 7ª Vara Criminal de Goiânia, Jesseir de Alcântara, mediante a prevenção firmada anteriormente por aquele juízo, encaminhou os autos de inquérito para aquela unidade. 
Fonte:TJGO

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Casa cenário de "O Silêncio dos Inocentes" está a venda

Uma clássica residência americana com varanda, jardim e que foi cenário do filme "O Silêncio dos Inocentes" está à venda na Pensilvânia. O imóvel pode ser adquirido por quem tem coragem de encarar as cenas da fita celebrada com os prêmios mais importantes de Hollywood em 1992 -- e, claro, pagar o preço de US$ 300 mil (pouco mais de R$ 1 milhão).

A casa à venda nos Estados Unidos foi utilizada nas gravações do filme do diretor Jonathan Demme, que tinha como personagem principal Buffalo Bill, um serial killer que capturava mulheres com o objetivo de utilizar sua pele.  A casa conta com quatro quartos, banheiro completo, sala e garagem para quatro carros. Os interessados ficarão felizes em saber que o porão, onde foram gravadas muitas cenas de arrepiar, não é o mesmo (as imagens foram feitas em estúdio). 
Os proprietários são um casal que adquiriu a residência em 1976 e agora estão aposentados, em busca de uma vida mais tranquila. “Estou velho demais para tomar conta desta casa”, disse Scott Lloyd, atual proprietário, ao Tribune-Review.
Bloody Knife