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segunda-feira, 11 de maio de 2015

Preso canibal no Pará


No ultimo sábado (9) moradores do Bairro Santa Catarina, município de Breu Branco no Pará, ficaram chocados com a prisão de Rafael da Silva Ribeiro. De acordo com o delegado Rommel Souza, ao chegar na casa de Rafael encontraram um coração de uma coxa humana congelados na geladeira, outros detalhes  que também atraíram atenção da equipe foram pingos de de sangue e uma gordura diferente, em alguns locais da casa. Após uma sequencia de esclarecimentos não demorou muito para o acusado confessar a pratica de canibalismo e mostrar os restos mortais de uma mulher esquartejada.
Maria Zelia Ribeiro dos Santos, de 46 anos, estava desparecida desde o dia 7 deste mês, natural do Piauí, Maria foi brutalmente esquartejada e desossada, quanto as carnes na geladeira, o suspeito disse que era alimento e tinha feito isso como forma de sumir com o corpo sem grandes suspeitas. Essa não é a única pessoa em sua lista, Rafael também confessou o assassinado de sua companheira que era dona da casa onde moravam, assim como fez com Maria, Rafael enterrou as partes do corpo em alguns locais no quintal.
Ontem (10) houve a remoção dos corpos para que possam fazer perícia. Existe a possibilidade de outras vítimas. Por segurança do canibal foi transferido para a delegacia de Tucuruí, cidade próxima. No dia de sua transferência cerca de 500 pessoas protestaram em frente a delegacia local, quanto a sua defesa, Rafael disse apenas que seus atos eram em obediência a vozes.
(Não divulgaremos imagens dos corpos e partes encontradas em respeito às vitimas, famílias e leitores) 





Tiago Henrique rasga mandado de prisão

O serial killer Tiago Henrique Gomes da Rocha se negou a assinar documentos em relação a seu mandado de prisão e ainda rasgou os papéis. A Superintendência Executiva de Administração Penitenciária, da Secretaria de Segurança Publica e Administração Penitenciária de Goiás, comunicou essa dificuldade enfrentada junto ao vigilante ao juiz da 1ª Vara Criminal, Jesseir Coelho de Alcântara, que por sua vez enviou um ofício ao Ministério Público para que sejam tomadas providências.
Essa não é a primeira vez que Tiago surpreende a todos com uma conduta um tanto rebelde, no 5 desde mês ele foi flagrado portando uma espécie de arma branca, fabricada a partir de uma escova de dentes, segundo a defesa e o próprio Tiago, o motivo que o levou a guardar aquele objeto seria o medo de represália por parte de outros detentos. O serial killer foi submetido a uma medida disciplinar por esse episódio. 


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Tiago Henrique passará por mais um juri popular

Em sentença proferida nesta quinta-feira (7), o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, determinou que o vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha seja submetido a júri popular pelo homicídio da estudante Juliana Neubia Dias, de 22 anos, com duas qualificadoras: motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. O crime aconteceu em julho do ano passado em um semáforo, localizado no cruzamento da Avenida Mutirão com a Avenida D, no Setor Oeste, em Goiânia. 
Em uma análise apurada dos autos, do conjunto probatório e das provas anexadas ao processo, Jesseir avaliou que existem indícios suficientes de autoria e participação, além da materialidade do delito. “O termo de exibição e apreensão dos objetos encontrados na casa do acusado, dentre os quais, um revólver calibre 38, com a numeração raspada, mostra o confronto microbalístico entre a referida arma de fogo e os projéteis retirados do corpo da vítima”, observou.
Ao atacar a tese apresentada pela defesa relativa a inimputabilidade de Tiago (aquela pessoa que em razão de doença mental não é capaz de entender o caráter ilícito do fato por ela praticado), o magistrado citou o laudo apresentado pela Junta Oficial do Poder Judiciário de Goiás e reiterou que a personalidade psicopática não está incluída na categoria das moléstias mentais. Referido laudo de insanidade mental concluiu que o acusado não possui doença mental, nem desenvolvimento mental retardado ou incompleto, sendo portador de Transtorno de Personalidade Antissocial, vulgarmente conhecida como psicopatia. Além de evidenciar que na época dos fatos o acusado era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito de sua conduta. No âmbito jurídico, a psicopatia não é reconhecida como doença mental”, asseverou.
Com relação ao pleito da defesa acerca da exclusão da qualificadora por motivo torpe, o juiz rejeitou tal pedido por entender que não merecia ser acolhido, uma vez que o próprio denunciado assumiu a autoria de diversos crimes de homicídio, afirmando que era "tomado por uma raiva tremenda, emoção que lhe fazia acreditar que precisava matar". “Ao ser indagado se a raiva era das vítimas, o acusado revelou que, na verdade, sentia raiva de tudo. Deste trecho, depreende-se a motivação torpe do acusado”, frisou. Já no que se refere a impossibilidade de defesa, Jesseir levou em consideração o fato de que a vítima foi atacada repentinamente, e, dessa forma, não teve a oportunidade de se resguardar. “Podemos extrair do supracitado depoimento a qualificadora de recurso que dificultou ou tornou impossível a defesa do ofendido, uma vez que ficou evidenciado que a vítima bem como os demais passageiros foram surpreendidos pela ação do autor dos disparos, que se aproximou sorrateiramente do veículo e em momento algum anunciou o assalto. Ele apenas disparou contra a jovem”, ponderou, ao mencionar a declaração prestada por Mauro Stone de Oliveira Ferreira, namorado da estudante que a acompanhava no dia do crime.
Ao final, o magistrado, que decidiu pela manutenção da prisão de Tiago e mandou oficiar a Casa de Prisão Provisória para que dê cumprimento ao mandado de prisão preventiva expedida pelo juízo por não constar nos autos, lembrou que em 2014 a sociedade goiana se viu assombrada por uma série de homicídios praticados, a princípio, sem motivação e de autoria desconhecida. Conforme recordou, a única informação que a população tinha na época era a de que tratava-se de um motoqueiro que agia de forma cautelosa, atingindo suas vítimas com disparos certeiros e deixando os locais em seguidas, sem deixar rastros de sua ação. “Várias famílias foram desoladas, com pessoas queridas sendo arrancadas do seu convívio familiar, sem qualquer explicação. Assim, caberá ao Tribunal Popular julgar este caso, com base nas provas apuradas até o momento”, frisou.



O crime


Segundo a denúncia, o crime aconteceu em 25 de julho de 2014, por volta das 21 horas (numa sexta-feira), em um semáforo na Avenida Mutirão, no cruzamento com a Avenida D, no Setor Oeste, em Goiânia, quando Tiago, utilizando uma arma de fogo, por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima, matou Juliana.
Consta dos autos que a vítima estava na companhia do namorado Mauro Stone e da amiga Layane de Souza Dias. Eles trafegavam pela Avenida Mutirão em um carro da marca pálio e Juliana estava sentada no banco passageiro, enquanto o namorado se encontra na direção e a amiga no banco traseiro.
Ao avistar o veículo, o acusado passou a segui-los e quando o motorista parou no semáforo o denunciado parou ao lado do passageiro, desceu da motociclete e, sem retirar o capacete, efetuou dois tiros, que ultrapassaram os vidros laterais da porta e atingiram a região auricular e o pescoço da vítima. Ato contínuo, o denunciado deixou o local com sua moto. Preso meses depois, confessou o homicídio, bem como vários outros, assegurando que Juliana era sua 35ª vítima. 

Tiago Henrique é condenado por porte ilegal de arma

O juiz Wilton Müller Salomão, da 8ª Vara Criminal de Goiânia, condenou o vigilante Tiago Henrique Gomes da Rocha a 3 anos de reclusão em regime aberto e ao pagamento de 10 dias-multa calculados em 1/30 do salário mínimo vigente à época do fato, por posse ilegal de arma fogo. O magistrado considerou, no entanto, que deve ser mantida a prisão preventiva do acusado, “a fim de assegurar a ordem pública e a aplicação da lei penal”. O magistrado também não reconheceu o direito de Tiago Henrique recorrer da sentença em liberdade.
Foi determinada a substituição da pena privativa de liberdade por duas restritivas de direitos – uma de prestação de serviços à comunidade e a outra de prestação pecuniária de R$ 788,00. Wilton Müller Salomão considerou que, mesmo o condenado respondendo a vários processos criminais, não há impedimentos legais à substituição da pena. O revólver Taurus, calibre 38, encontrado com Tiago Henrique, deverá ser encaminhado ao Exército Brasileiro para destruição ou doação às forças armadas ou órgãos de segurança.

É a segunda condenação  de Tiago Henrique. No início de abril, a juíza Placidina Pires, da 10ª Vara Criminal de Goiânia, condenou o vigilante a 12 anos e 4 meses de reclusão, em regime fechado, a serem cumpridos na Penitenciária Odenir Guimarães, por ter assaltado duas vezes a mesma  agência lotérica. Tiago é apontado pela polícia com suposto serial killer – atualmente estão em tramitação contra ele 26 processos de homicídio

Matar pra ver cair

Confira o que especialistas falam sobre os assassinatos em série e a mentalidade das pessoas que praticam esse tipo de crime. São loucos ou apenas pessoas ruins?



quarta-feira, 6 de maio de 2015

Casa de tortura é descoberta em Porto Alegre (POA)

 A descoberta do local, que a delegada Jeiselaure Souza da 5ª DHPP (Delegacia de Homicídio e Proteção a Pessoa) resume como "um cenário de horror completo", foi localizado após a investigação do desaparecimento do taxista Luciano da Silva Jaime, de 42 anos. A casa de tortura  possivelmente pertence aos traficantes ligados a Facção Bala na Cara, Zona Sul de Porto Alegre.

Encontrado na ultima quinta feira, o lugar serviu como cativeiro para outro taxista, sequestrado há dez dias, durante uma assalto, a suspeita do grupo de investigação aponta que Luciano pode ter sido vítima do mesmo grupo criminoso.

Ao chegarem no local, os investigadores se depararam com sangue espelhado por quase todos os cômodos da casa. Alguns elementos como uma mesa de pedra ensanguentada, um fio desencapado ao lado de uma mangueira e até um instrumento semelhante a uma forca, indicavam que alí também se fazia tortura. A equipe fez a coleta dos DNA's no local e buscará identificar se o material os leva a confirmação do crime com o taxista.

Essa descoberta pode ser a solução para a elucidação de um dos maiores mitos do tráfico de drogas de POA, a facção que mantinha a casa de torturas mantém o controle da Vila por meio de uma fama criada, supostamente os criminosos eliminavam seus rivais e devedores os esquartejando e após isso jogavam seus corpos no Guaíba, que fica nos fundos da "casa de tortura". 

Com tal descrições, somos remetidos as lembranças de casos semelhantes, como por exemplo o maior serial killer , fictício, do mundo, Dexter. 



DEXTER


Dexter foi o personagem principal da série, que leva seu nome, escrita por Jeff Lindsay e interpretado por Michael C. Hall . Na Trama, Dexter Morgan é uma criança adotada por um policial após ficar órfão, sua mãe é assassinada na sua frente de forma brutal, ao crescer Dexter se torna um perito da polícia de Miami. Mas o que se assemelha entre a série norte-americana e essa realidade descoberta pela polícia gaúcha é o modus operandi.

Dexter possuía sua própria justiça, apesar de matar apenas criminosos, em seu julgamento, condenado culpado, o serial killer preparava um quarto de tortura, neste quarto havia uma mesa na qual ele fazia o esquartejamento da vítima e após isso jogava o corpo em alto mar. Dexter também seguia um ritual, sempre cortava o rosto da pessoa que estava em sua mesa e guardava parte daquele DNA em uma lâmina de vidro, em alguns episódios da série, também ocorrem torturas com  a finalidade de obter informações de "seu culpado". 

Essa série é famosa em todo o mundo, mas o que nem todos sabem é que a inspiração para isso veio de um caso real, conhecido por Corll e Henley. 

CORLL E HENLEY


Confira (na imagem) o fato real contado no livro de Harold Schechter , Serial Killers - Anatomia do mal.




Preso personal trainer acusado de ser o serial killer que atacava prostitutas no Paraná

O personal trainer Alexandre Lopes de Padua Arcenio, de 31 anos, é suspeito por uma série de crimes contra a vida a três garotas de programa, sendo duas mulheres e um transexual, após cometer os assassinatos, Alexandre levava a chave da mesmas consigo, o que encarava como uma espécie de troféu, segundo a delegada Ana Claudia Machado, responsável pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil do Paraná.


O suposto serial killer foi preso em sua residência na cidade de Curitiba, no final do mês passado. Em declarações oficiais, o personal trainer disse que fazia uso de um golpe de jiu-jitsu, popularmente conhecido por mata-leão, quanto a acusação das mortes ele nega ser essa sua intenção, a abordagem era, segundo ele, apenas para desmaiar as vítimas e roubar seus pertences, uma atitude desesperada promovida por uma dificuldade financeira que ele vinha enfrentando. 
A delegada esclareceu que "por mais que ele negue a intenção de matar, não acreditamos nessa negativa. Para a investigação, o Alexandre é um serial killer tradicional, com táticas específicas de caça às vítimas e de execução [...] Ele afirmou no interrogatório que chegava a vomitar quando se recordava dos crimes. Mas, se realmente houvesse esse arrependimento, ele teria parado com isso. Agora investigamos se o Alexandre está envolvido em outros crimes."

A Investigação 

As primeiras suspeitas da ação de um serial killer surgiu após uma sequencia iniciada em 16 de março, deste ano, quando encontraram Taís, de 28 anos, em seu apartamento já em estado de decomposição, detalhes como o fato dela estar despida sobre a cama com os pés e mãos amarradas chamaram a atenção dos investigadores.
Dia 21 de março, a também garota de programa identificada como Jaqueline, de 42 anos foi encontrada em uma cena semelhante a de Taís. Os crimes não ocorriam em locais aleatórios, todos foram praticados nos locais que as vitimas usavam para seus encontros com os clientes.  "A tática era sempre a mesma. Ele procurava as vítimas pelo Google, por meio de anúncios de garotas de programa e transexuais, e marcava os encontros [...] devido à profissão delas, Alexandre tinha conhecimento de que essas pessoas guardavam dinheiro em casa. Então, além de satisfazer seu prazer por matar, ele ainda conseguia, como uma espécie de bônus, objetos de valor e dinheiro", afirmou a delegada.
Mas foi em 16 de abril, que ao localizarem a terceira vitima, Mel de 36 anos, que os pontos entre os crimes foram se ligando e a polícia passou a trabalhar com a hipótese de um serial killer, afinal, era a terceira garota de programa encontrada morta, em circunstancias similares e nos seus locais de trabalho.
A localização de Alexandre foi ágil devido aos registros encontrados nas câmeras de seguranças próximas aos locais onde os crimes foram praticados, as imagens mostraram um homem usando uma camiseta que levava o nome de uma academia, academia essa onde era local de trabalho de suposto serial killer. 

Ao realizarem buscas na casa do acusado, encontraram com ele alguns pertences das vitimas, como celulares, documentos pessoais, cordas para estrangulamento e o talvez primordial para este esclarecimento, as chaves dos apartamentos onde as vítimas foram encontradas.
O modo de ação de Alexandre ficou claro, apos a denuncia da transexual Camilly, 22 anos, a jovem disse que após marcar um encontro por meio do aplicativo de celular Whatsapp e se encontrarem, Alexandre se mostrou carinhoso ao longo de toda a noite, com diversos elogios, foi quando Camilly acabou sendo surpreendida, após lhe dar um beijo na bochecha, ele lhe aplicou um mata-leão no pescoço – frieza que reforça a tese de serial killer abraçada pela investigação.  A garota de programa alegou não ter dúvidas de que seu agressor é o personal trainer. 
Alexandre Arcenio aparentemente vivia uma farsa, isso porque suspeitam até mesmo da autenticidade de seu diploma como graduado em Educação Física, além disso, a delegada afirma que ele tinha uma vida dupla: emprego e namorada durante o dia e encontro com garotas de programas e assassinatos pela noite.

Bloody Knife